Aula 11 — 21 outubro
PT1 — letra, palavra, texto, símbolo
Exercício 2 — Composição (tipo)gráfica
Arquivo com a Revista Presença
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Inspirações e revistas similares à revista Presença:
Revista Ilustração Portuguesa (1903–1993)
Revista Contemporânea (1915–1926)
Exposição sobre Futurismo, Constructivismo e Dada.
Tópicos
- Processos de criatividade.
Brincando com a matéria:
1) Não basta uma ideia; trabalha para ter mais ideias. Depois de processares várias ideias, escolhes então uma ideia.
2) Desenvolve diferentes articulações dessa ideia até apurares essa ideia;
3) Por fim quando escolhe a articulação certa, apura os detalhes. - Correções ortotipográficas no tratamento de texto, por exemplo usar travessões em vez de hífens ao copiar o poema.
- Trazer impressão de um documento RGB, cor dos monitores vs. cor impressa.
- A importância dos testes de impressão. Trazer os testes de impressão do desdobrável da OM.
- A escala das fontes a qualidade das imagens.
- As metáforas, as figuras de estilo visual.
- Uso de grelha; a hierarquia tipográfica.
Tipografia e composição
Tópicos
- Poesia Concreta
- Sobre o espaço negativo ou o espaço em branco no design gráfico. (este é um link que reforça a ideia que quero passar de que o espaço em branco é um elemento de composição e não um espaço desperdiçado)
- Tipofilia, tipocondria ou PKO (Perturbação do kerning Ótico): algumas doenças de que alguns designers padecem.
- Design com grelha
- Grelhas no design 1
- Efeitos ópticos no design.
- A melhor tipografia passa despercebida
Miscelânea
- O design gráfico pode ser mais que aquilo que eu tendo a ensinar e a pensar, felizmente.
- IA a clonar software da adobe. Entramos no Farwest do software?
Imagens comentário
Gazeta Cultural
M. C. Escher (1898–1978) foi um artista gráfico holandês conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons, que tendem a representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses — padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes. Escher brincava com o fato de ter que representar o espaço, que é tridimensional, num plano bidimensional, como a folha de papel. Com isto criava figuras impossíveis, representações distorcidas e paradoxais. Posteriormente foi considerado um grande matemático geométrico. (Wikipédia)

































































































































